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O Procurador-Chefe do MPT-MA, Rafael Mondego, concedeu entrevista à TV Difusora para tratar da “Lista Suja do Trabalho Escravo”

(09/04/2026) – O Procurador-Chefe do MPT-MA Rafael Mondego Figueiredo concedeu uma entrevista para o “Jornal da Difusora” (TV Difusora) para tratar da atualização da Lista Suja do Trabalho Escravo, divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), na qual aparecem 4 novos empregadores maranhenses. Em sua fala, Rafael destacou as aplicações de penalidades a empresas que submetem os trabalhadores a jornadas exaustivas e condições de trabalho degradantes, além de pontuar a atuação do Ministério Público do Trabalho no combate ao trabalho análogo à escravidão.

A Lista Suja do Trabalho Escravo foi divulgada pelo MTE no dia 6 de abril de 2026. O documento conta com 169 novos empregadores, 4 deles oriundos do Maranhão. Durante a matéria, Rafael Mondego explicou os pontos responsáveis por caracterizar o trabalho escravo contemporâneo: “quando há imposição de uma jornada exaustiva ao trabalhador, expediente sem normas mínimas de segurança, servidão por dívida e a imposição de jornada de trabalho forçado”, destacou ele.

Entre os 169 empregadores, 102 são pessoas físicas e 67 são pessoas jurídicas, um aumento de 6,28% em relação à atualização anterior. Com essa atualização, a lista passa a conter um total de 613 empregadores. Ressalta-se ainda que, após a inserção no Cadastro, o nome de cada empregador permanece publicado pelo período de dois anos, razão pela qual, nesta atualização, foram excluídos 225 nomes que completaram esse tempo de publicação.

As atividades com maior número de inclusões nesta edição foram: serviços domésticos (23); criação de bovinos para corte (18); cultivo de café (12); construção de edifícios (10); e serviço de preparação de terreno, cultivo e colheita (6).

No total, os novos casos incluídos no cadastro resultaram no resgate de 2.247 trabalhadores em situações de exploração e de trabalho análogo à escravidão.

Os casos incluídos nesta atualização ocorreram entre 2020 e 2025, em 21 unidades da Federação: Minas Gerais (35); São Paulo (20); Bahia (17); Paraíba (17); Pernambuco (13); Goiás (10); Mato Grosso do Sul (10); Rio Grande do Sul (9); Mato Grosso (7); Paraná (6); Pará (5); Santa Catarina (4); Maranhão (4); Acre (2); Distrito Federal (2); Espírito Santo (2); Rio de Janeiro (2); Amazonas (1); Ceará (1); Rondônia (1); Sergipe (1). (Fonte MTE)

O MPT-MA atua com campanhas, fiscalizações, firmação de Termos de Ajuste de Conduta e a disseminação de informações acerca do trabalho análogo à escravidão com o objetivo de contribuir para a abolição destas práticas que configuram crime.

Denúncias

Denúncias de trabalho análogo à escravidão podem ser feitas de forma remota e sigilosa por meio do aplicativo Pardal, desenvolvido pelo MPT, ou por nossos canais oficiais de comunicação disponíveis no site do MPT-MA.

Confira a matéria completa da TV Difusora AQUI.

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