Procurador-Chefe do MPT-MA Rafael Mondego participou de evento alusivo ao Dia Nacional do Combate ao Trabalho Escravo

(03/02/2026) – O MPT-MA, representado pelo Procurador-Chefe Rafael Mondego Figueiredo, esteve presente no evento alusivo ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho escravo, realizado na última quarta-feira (28), na sede da Superintendência Regional de Trabalho e Emprego (SRTE-MA). A atividade contou com a participação de autoridades comprometidas no combate à exploração trabalhista, reforçou o compromisso interinstitucional com a erradicação dessa prática no Estado e marcou a divulgação dos resultados das ações de fiscalização realizadas no Maranhão ao longo de 2025.

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No Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, Procurador-chefe Rafael Mondego, concede entrevista à TV Mirante e aborda sobre os desafios no combate à exploração trabalhista

(28/01/2026) – Em entrevista concedida à TV Mirante nesta quarta-feira (28), o procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho no Maranhão (MPT-MA) e coordenador regional da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (Conaete), Rafael Mondego, abordou a persistência do trabalho escravo contemporâneo no Brasil em 2025 e as estratégias adotadas pelo MPT para o enfrentamento dessa grave violação de direitos humanos.

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Vice-procuradora-chefe do MPT-MA Renata Océa prestigia celebração de 1.000 dias de implantação do Ministério Público Militar no Maranhão

(21/01/2026) – A vice-procuradora-chefe do MPT-MA, Renata Soraya Dantas Océa, participou na manhã desta quarta-feira (21) de um café da manhã institucional em celebração aos 1.000 dias do Ministério Público Militar no Maranhão. O evento foi realizado na sede da Procuradoria Regional do Trabalho da 16ª Região, em São Luís, local onde também funciona a estrutura da PJM/MA.

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21 de janeiro: Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

(21/01/2026) – Anualmente, no dia 21 de janeiro, é celebrado o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, de acordo com a Lei 11.635/2007. A data foi escolhida em homenagem à Iyalorixá Mãe Gilda, vítima de intolerância por ser praticante de religião de matriz africana. Ela faleceu no dia 21 de janeiro de 2000, acometida por um infarto.

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